sábado, 30 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Fim da Lei de Imprensa
Fim da Lei de Imprensa. Foi isso mesmo que eu ouvi?? Foi uma das coisas mais sem cabimento. Que ela estava desatualizada, disso eu sei. Mas por que não reformulá-la, em vez de extingui-la?
Isso não pode ficar assim, numa discussão rasa e com um ponto final. Temos que lutar para que, como as outras profissões nós também tenhamos nossa Lei.
Isso não pode ficar assim, numa discussão rasa e com um ponto final. Temos que lutar para que, como as outras profissões nós também tenhamos nossa Lei.
domingo, 3 de maio de 2009
Reaparecendo!
Quanto tempo sem aparecer por aqui... A faculdade e o estágio estão tomando muito o meu tempo.
Rapidamente, passo para postar a frase do dia. Não dá tempo para escrever muito.
'Metade de mim agora é assim, de um lado a poesia o verbo a saudade, do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim. E o fim é belo, incerto... depende de como você vê!'
Rapidamente, passo para postar a frase do dia. Não dá tempo para escrever muito.
'Metade de mim agora é assim, de um lado a poesia o verbo a saudade, do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim. E o fim é belo, incerto... depende de como você vê!'
terça-feira, 7 de abril de 2009
Frase do Dia!
"É preciso ter sonhos e a certeza de que tudo vai mudar. É necessário abrir os olhos e descobrir que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sonhos não precisam de motivos e nem os sentimentos de razão.” John Lennon. "
domingo, 29 de março de 2009
A impunidade brasileira
Mais uma vez ficou constatado que a Lei não serve para os poderosos no Brasil. Dona da Daslu, a milionária Eliana Tranchesi, foi indiciada por vários crimes, dentre eles até de formação de quadrilha.
A sentença foi: 94 anos de reclusão. Pra que perderam tempo calculando o tempo de prisão é o que eu não sei.
Um dia no Carandiru e a empresária passou mal, foi para o hospital e logo conseguiu um habeas corpus, com a justificativa de necessitar de cuidados médicos, por causa do cancêr que enfrenta.
Até parece que ela ficaria num presídio daqueles. Confesso que estranhei quando decretaram sua prisão. Cheguei até a pensar: Nossa, será que finalmente se faz justiça neste país? Pensamento passsageiro...
A verdade continua sendo a mesma. O rico não passa pela correção e o pobre, que muita das vezes é repreendido por roubar algo para comer, respondendo como se tivesse cometido o maior crime que existe.
Conclusão: os que mais tem dinheiro não pagam o que é dever de todo cidadão, não são punidos e tudo continua certo. E uma das coisas que vai continuar não pagando é "pena".
A sentença foi: 94 anos de reclusão. Pra que perderam tempo calculando o tempo de prisão é o que eu não sei.
Um dia no Carandiru e a empresária passou mal, foi para o hospital e logo conseguiu um habeas corpus, com a justificativa de necessitar de cuidados médicos, por causa do cancêr que enfrenta.
Até parece que ela ficaria num presídio daqueles. Confesso que estranhei quando decretaram sua prisão. Cheguei até a pensar: Nossa, será que finalmente se faz justiça neste país? Pensamento passsageiro...
A verdade continua sendo a mesma. O rico não passa pela correção e o pobre, que muita das vezes é repreendido por roubar algo para comer, respondendo como se tivesse cometido o maior crime que existe.
Conclusão: os que mais tem dinheiro não pagam o que é dever de todo cidadão, não são punidos e tudo continua certo. E uma das coisas que vai continuar não pagando é "pena".
sábado, 14 de março de 2009
Legalização das drogas seria uma solução?
O cenário brasileiro atualmente é marcado por um sério problema: o tráfico de drogas. Não é mais uma questão de nível social, todos estão sob esse jugo, que cada vez mais consome, principalmente, os jovens. Para tentar solucionar o problema, começou-se a discutir a possível legalização das drogas. Será que resolveria o problema? No Brasil, creio que não.
Em alguns países como França, Suíça e Holanda, o mercado das drogas é legal. Contudo, vale lembrar que são países de primeiro mundo, que possuem uma realidade muito distante da nossa no que tange à cultura e educação.
O que mudaria no Brasil se o comércio das drogas fosse livre? Nada, ou pioraria. Uma guerra entre os poderosos do tráfico seria travada e a sociedade – que está desprotegida e sempre mais fraca – seria a maior prejudicada. Os traficantes buscariam um caminho para tentar burlar a nova Lei, como sempre fazem. Haveria uma nova forma de traficar.
A solução não está na liberação das drogas ilícitas, mas sim, na mudança da estrutura da sociedade. O investimento na educação para formação de melhores cidadãos, criação de novos empregos e programas que ofereçam às pessoas oportunidades na vida, seria um bom começo para solucionar essa problemática. A partir daí, acredito que os brasileiros estejam prontos para começar uma discussão mais aprofundada sobre as drogas.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Eu, por mim mesma.
Ana Cláudia. O nome composto sempre foi a escolha dos meus pais, que queriam combinar um nome bíblico a outro. Antes seria Sarah Helena, mas por intervenção – graças a Deus - do meu pai ficou assim: um nome bíblico (Ana) e o outro em homenagem a minha tia, que se chama Cláudia.
Falamos e escrevemos sobre muitos assuntos, mas quando a tarefa é falar sobre nós, tudo fica mais complexo, mas tentarei.
Para começar, a característica mais marcante é o gênio forte. Nada que atrapalhe a convivência com as pessoas, pois, ao mesmo tempo, tenho uma facilidade muito grande de fazer novas amizades e conservá-las. Sou nervosa, mas sei ser tranqüila quando necessário. Nem corajosa, nem medrosa. Falo muito, mas meu silêncio, às vezes, se expressa melhor. Sou apaixonada, intensa e decidida. Quando amo, amo de verdade. Não sei fingir. Odeio mentiras, falsidade e traição. Contudo, acredito no poder do perdão.
Amo minha família e meus verdadeiros amigos, e poder estar com eles é sempre muito prazeroso.
O mar é meu refúgio, verdadeiro momento de reflexão e introspecção. O contato com a natureza me renova, respirar o verde é restaurador. Quando criança adorava subir em árvores e ficar olhando tudo lá do alto, me fazia tão bem...
Adoro futebol e sou tricolor de coração. Tradição familiar que plantou um amor imenso pelo time. Gosto também, de vôlei e natação.
Sou caseira, não gosto de agitação. Prefiro uma boa música, um filme ou um livro. E não, eu não gosto de verdade do carnaval.
Jornalismo é meu sonho que está se realizando. Costumo dizer que não me vejo fazendo outra coisa. Por isso, gosto de ler, de falar, de criticar e, acima de tudo, sou muito curiosa. Acredito firmemente na responsabilidade social da minha profissão e quero, sempre que possível, ajudar a sanar algumas das problemáticas sociais que assolam o país.
Costumo tentar até o fim. Ter a sensação que poderia ter feito mais é uns dos sentimentos que mais me assombram. Não sou perfeccionista, mas gosto das coisas “certinhas”.
Tenho 20 anos, sou barrense e nasci em outubro. Ana Cláudia, Ana, Aninha, Cláudia. Sou assim, sou autêntica e não abro mão dos meus valores e das coisas que acredito serem corretas.
Falamos e escrevemos sobre muitos assuntos, mas quando a tarefa é falar sobre nós, tudo fica mais complexo, mas tentarei.
Para começar, a característica mais marcante é o gênio forte. Nada que atrapalhe a convivência com as pessoas, pois, ao mesmo tempo, tenho uma facilidade muito grande de fazer novas amizades e conservá-las. Sou nervosa, mas sei ser tranqüila quando necessário. Nem corajosa, nem medrosa. Falo muito, mas meu silêncio, às vezes, se expressa melhor. Sou apaixonada, intensa e decidida. Quando amo, amo de verdade. Não sei fingir. Odeio mentiras, falsidade e traição. Contudo, acredito no poder do perdão.
Amo minha família e meus verdadeiros amigos, e poder estar com eles é sempre muito prazeroso.
O mar é meu refúgio, verdadeiro momento de reflexão e introspecção. O contato com a natureza me renova, respirar o verde é restaurador. Quando criança adorava subir em árvores e ficar olhando tudo lá do alto, me fazia tão bem...
Adoro futebol e sou tricolor de coração. Tradição familiar que plantou um amor imenso pelo time. Gosto também, de vôlei e natação.
Sou caseira, não gosto de agitação. Prefiro uma boa música, um filme ou um livro. E não, eu não gosto de verdade do carnaval.
Jornalismo é meu sonho que está se realizando. Costumo dizer que não me vejo fazendo outra coisa. Por isso, gosto de ler, de falar, de criticar e, acima de tudo, sou muito curiosa. Acredito firmemente na responsabilidade social da minha profissão e quero, sempre que possível, ajudar a sanar algumas das problemáticas sociais que assolam o país.
Costumo tentar até o fim. Ter a sensação que poderia ter feito mais é uns dos sentimentos que mais me assombram. Não sou perfeccionista, mas gosto das coisas “certinhas”.
Tenho 20 anos, sou barrense e nasci em outubro. Ana Cláudia, Ana, Aninha, Cláudia. Sou assim, sou autêntica e não abro mão dos meus valores e das coisas que acredito serem corretas.
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