sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Eu, por mim mesma.

Ana Cláudia. O nome composto sempre foi a escolha dos meus pais, que queriam combinar um nome bíblico a outro. Antes seria Sarah Helena, mas por intervenção – graças a Deus - do meu pai ficou assim: um nome bíblico (Ana) e o outro em homenagem a minha tia, que se chama Cláudia.
Falamos e escrevemos sobre muitos assuntos, mas quando a tarefa é falar sobre nós, tudo fica mais complexo, mas tentarei.
Para começar, a característica mais marcante é o gênio forte. Nada que atrapalhe a convivência com as pessoas, pois, ao mesmo tempo, tenho uma facilidade muito grande de fazer novas amizades e conservá-las. Sou nervosa, mas sei ser tranqüila quando necessário. Nem corajosa, nem medrosa. Falo muito, mas meu silêncio, às vezes, se expressa melhor. Sou apaixonada, intensa e decidida. Quando amo, amo de verdade. Não sei fingir. Odeio mentiras, falsidade e traição. Contudo, acredito no poder do perdão.
Amo minha família e meus verdadeiros amigos, e poder estar com eles é sempre muito prazeroso.
O mar é meu refúgio, verdadeiro momento de reflexão e introspecção. O contato com a natureza me renova, respirar o verde é restaurador. Quando criança adorava subir em árvores e ficar olhando tudo lá do alto, me fazia tão bem...
Adoro futebol e sou tricolor de coração. Tradição familiar que plantou um amor imenso pelo time. Gosto também, de vôlei e natação.
Sou caseira, não gosto de agitação. Prefiro uma boa música, um filme ou um livro. E não, eu não gosto de verdade do carnaval.
Jornalismo é meu sonho que está se realizando. Costumo dizer que não me vejo fazendo outra coisa. Por isso, gosto de ler, de falar, de criticar e, acima de tudo, sou muito curiosa. Acredito firmemente na responsabilidade social da minha profissão e quero, sempre que possível, ajudar a sanar algumas das problemáticas sociais que assolam o país.
Costumo tentar até o fim. Ter a sensação que poderia ter feito mais é uns dos sentimentos que mais me assombram. Não sou perfeccionista, mas gosto das coisas “certinhas”.
Tenho 20 anos, sou barrense e nasci em outubro. Ana Cláudia, Ana, Aninha, Cláudia. Sou assim, sou autêntica e não abro mão dos meus valores e das coisas que acredito serem corretas.

Um comentário:

Unknown disse...

Parabéns, seu texto além de muito bom expressa bem a pessoa bacana que você é!
Um beijo procê!!